DEFUNTA REPÚBLICA DE MENTIRA

"(...) É, todavia, difícil compreender por que, até o fim do reinado de Pedro II, o Brasil era um país mais promissor que os EUA, mais importante que a China, a Índia, o Japão, a Coréia e quase todos os países europeus - de onde vieram muitos imigrantes - e hoje ocorre o oposto: (...)" - (Dr. José Carlos de Almeida Azevedo)

Defender a manutenção da imundície da Ilegítima Ditadura Republicana Genocida Brasileira, que seguiu matando pelo futuro milhões com suas inconsequências, negligências, omissões... É de uma falta de conhecimento extrema, de uma burrice crônica absoluta, ou de uma voracidade predatória sem precedentes... Apenas caindo Dilma com o seu "Perda Total", mesmo que seja junto com suas coligações (Partidos dos Partidos...) das Organizações Criminosas das Facções Narco-Psicopatas-Partidárias-Copartícipes dos Regimes Síndico-Comuna-Socialistas-Golpistas, da Máquina de Prostituição Parlamentar do Poder Central Republicano, Alinhada a Política Transnacional Continental Latina Americana do Foro de São Paulo... Quase nada mudará nessa decadente República de mentira nunca proclamada de fato - a sujeira mais uma vez apenas mudará de mãos.

O Brasil é escravizado por uma caricatura republicana presidencialista moralmente ilegítima abortada defunta como regime totalitário, cujas suas predadoras consequências se estenderam pelo futuro numa sucessão de ditaduras civis e militares... Nódoa negra do hoje paradoxalmente dito Exército do monarquista Caxias do Exército Imperial Brasileiro. Aliciados por meia dúzia de traidores da pátria discípulos da Seita Positivista, alguns militares do Exército Imperial foram utilizados como ferramenta executora do trabalho sujo que mergulhou o país nas trevas, com a desastrosa inauguração da primeira ditadura militar da História do Brasil em 15 de novembro de 1889, acabando com a democracia da Monarquia Constitucional Parlamentar Representativa do promissor respeitável Império do Brasil, que ombreava com as outras três nações mais poderosas, cuja sua Armada Imperial somada a Marinha Mercante, foi a 2ª Potência Naval da terra. Num determinado momento da nossa história, já fomos mais poderosos do que os Estados Unidos da América do Norte.

No desastre do Flagelo Republicano, entre mandos e desmandos nesses 126 anos de estagnação, se somam: "12 Estados de Sítios, 17 Atos Institucionais, 6 Dissoluções do Congresso, 19 Revoluções ou Intervenções Militares, 2 Renuncias Presidenciais, 3 Presidentes Impedidos, 4 Presidentes Depostos, 6 Constituições Diferentes, 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários"... Mais os últimos 30 anos de retrocessos perdidos num oceano de esgoto sem precedentes na História do Brasil, com a 6ª tentativa ressuscitadora do pesadelo da tragédia dessa fracassada Nova República Salvadora da Pátria perdida em si mesma, que além de produzir desde 1985 mais de 3.000.000* de assassinatos (*Incluindo as mortes provocadas pelos desserviços e/ou omissões dos sucessivos desgovernos), nos conduziu mais uma vez a um terrível vazio. E, tudo indica que a burrice ou obscuras ambições dos dementes políticos predadores devoradores da pátria, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como Império, continuarão como insaciáveis varejeiras investindo no engodo de novas inúteis defuntas repúblicas, que têm sido sinônimos de Desgraça Nacional. (Emanuel Nunes Silva)

domingo, 27 de janeiro de 2013

A Grande Lambança de alguns Maçons Republicanos na Tragédia do Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 15 de Novembro de 1889


A Grande Lambança de alguns Maçons Republicanos na Tragédia do Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 15 de Novembro de 1889
- Introdução -

O Dia que Acabaram com o Brasil
Alguns membros republicanos da Maçonaria junto com a Igreja Positivista do Brasil, fundada por Miguel Lemos e Teixeira Mendes em 1881, abraçando idéias e ideais de Isidore Auguste Marie François Xavier Comte, considerado por muitos como Filósofo, o fundador da Sociologia e do Positivismo; também conspiraram contra o Império do Brasil. Acreditando que faziam uma grande coisa pelo Brasil, estes poucos membros que não representavam o Corpo destas Sociedades, se utilizaram de métodos não civilizados para aliciar e impor seus objetivos, ironicamente analogamente tal qual fazem hoje os que pretendem se perpetuar no poder... "Os fins justificam os meios."  
Hoje a Maçonaria do Brasil deveria ter a humildade de descer do seu pedestal, reconhecer seus erros históricos e pedir desculpas ao Brasil. O mínimo que se espera de uma Sociedade (Organização & Entidade) respeitável. Não passa da mais básica das suas obrigações tentarem explicar o grande desastre que ajudaram construir com as vergonhosas ações de alguns dos seus membros, para que fique registrado na História do Brasil que será estudada nas escolas.
O Marechal Deodoro da Fonseca como Presidente da recém criada Ditadura Republicana que inventou; o Marechal Floriano Peixoto como vice-presidente e posterior Ditador também desta mesma República; como ministros, Benjamin Constant Botelho de Magalhães, Quintino Bocaiúva, Rui Barbosa, Campos Sales, Aristides Lobo, Demétrio Ribeiro e o almirante Eduardo Wandenkolk, todos membros regulares da Maçonaria. Se utilizaram de métodos e caminhos obscuros para botar em prática suas idéias & ideais Iluministas... 
 
Todos membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 - 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha: "Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos "da mesma origem", que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante".
A Maçonaria no Brasil, uma Sociedade séria, deveria se lamentar por ter participado, mesmo que indiretamente por intermédio de alguns dos seus membros, do golpe de estado de 15 de novembro de 1889, se envergonhar destes poucos que substituiu arbitrariamente o Respeitado Império do Brasil, pela primeira Ditadura Militar da História do Brasil, inaugurada pelo seu próprio “proclamador” e primeiro também Ditador o Marechal Deodoro da Fonseca, com seu Vice, posterior segundo Ditador da República dos Estados Unidos do Brasil, Floriano Peixoto. Para manterem esta Ilegal República Ditatorial nos seus 10 primeiros anos de fracassos, massacraram impiedosamente cerca de 150.000 brasileiros pela violenta imposição repressiva (inclusive anciões, mulheres e crianças, o que corresponde proporcionalmente e quantitativamente a 1.700.000 vítimas na atualidade). Foi a primeira Ditadura de uma série que se sucederam na decadente trajetória deste ilegítimo Modelo Republicano Brasileiro.
Até quando afinal os Maçons brasileiros, pretendem continuar omitindo da Nação Brasileira com suas publicações, palestras, museus... Que ao contribuir antidemocraticamente com um ato de traição à pátria, sem honra ou representatividade, foi uma demonstração de grandeza? 

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- I -
Maçonaria Brasileira

A Maçonaria foi uma sociedade secreta hoje considerada discreta, fundada no século XVIII, na Inglaterra. Alastrando-se rapidamente por todo o mundo, divide-se em dois ramos básicos: o Rito Azul ou escocês, e o Rito Vermelho ou francês. Embora compartilhem conhecimentos esotéricos, divergem na fórmula de aplicá-los na prática. 

O ramo Azul prega a Monarquia Constitucional, segundo a fórmula de governo da Inglaterra, enquanto o Vermelho é republicano. O Ramo Vermelho é o mais importante no Brasil. Começa a ser organizado ainda no século XVIII e, durante a Independência, tem grupos atuando nas principais cidades brasileiras. O Rito Azul, embora numericamente menor, reúne pessoas influentes, concentradas no Rio de Janeiro. 

Apesar de seu republicanismo, a Maçonaria Vermelha apóia a fórmula de Independência com D. Pedro I. Em abril de 1822, o Regente José Bonifácio é aceito na Sociedade Secreta como Grão-Mestre. A partir daí, os Maçons enviam emissários para o resto do país, que convencem todos os membros da Sociedade a abdicar da pregação em favor da República, ao menos por algum tempo. O papel da Maçonaria na Independência é importante por ser ela uma das poucas organizações dedicada à atividade política – ao serem aceitos, seus membros se comprometiam com isto – atuante em todo o país. Assim, o Governo pode contar com um grupo dedicado de propagandistas e agitadores. 

José Bonifácio & Maçonaria 

Marianne - URL da Imagem 
Les symboles de Marianne sont souvent empruntés à l’Antiquité gréco-romaine ou à la franc-maçonnerie.
Representação dos Símbolos de Marianne: A Senhora da Maçonaria Republicana.
• A armadura = O poder
• A coroa = Invencibilidade
• O peito nu = A enfermeira e a emancipação
• O barrete frígio = Escravo liberto na antiguidade
• A armadura = O poder
• O leão = A bravura e força do povo
• A Estrela = A inteligência
• O triângulo = A igualdade
• As correntes quebradas = A liberdade
• Mãos cruzadas = A fraternidade
• As vigas = A autoridade do Estado
• O equilíbrio =  A justiça
• A colméia = O trabalho 
• As Tábuas da Lei = A fé


Marianne - URL da Imagem
“A Maçonaria exige de seus membros, respeito às leis do país em que cada maçom vive e trabalha. Os princípios Maçônicos não podem entrar em conflito com os deveres que como cidadãos têm os Maçons. Na realidade estes princípios tendem a reforçar o cumprimento de suas responsabilidades públicas e privadas. Induz seus membros a uma profunda e sincera reforma de si mesmos, ao contrário de ideologias que pretendem transformar a sociedade, com uma sincera esperança de que, o progresso individual contribuirá, necessariamente, para a posterior melhora e progresso da Humanidade. E é por isso que os maçons jamais participarão de conspirações contra o poder legítimo, escolhido pelos povos. Para um maçom, as suas obrigações como cidadão e pai de uma família devem, necessariamente, prevalecer sobre qualquer outra obrigação e, portanto, não dará nenhuma proteção a quem agir desonestamente ou contra os princípios morais e legais da sociedade.” 
"É possível considerar a legitimidade ou não da República no Brasil por diferentes ângulos. Do ponto de vista do Código Criminal do Império do Brasil, sancionado em 16 de dezembro de 1830, os crimes cometidos pelos Membros Maçons republicanos contra o Império do Brasil foram: 
Artigo 87: Tentar diretamente, e por fatos, destronizar o Imperador; privá-lo em todo, ou em parte da sua autoridade constitucional; ou alterar a ordem legítima da sucessão. Penas de prisão com trabalho por cinco a quinze anos. Se o crime se consumar: Penas de prisão perpétua com trabalho no grau máximo; prisão com trabalho por vinte anos no médio; e por dez anos no mínimo." 
- II -
A Maçonaria Brasileira não evoluiu... Se perdeu em si mesma.
Imagem extraída de uma página Maçônica. 
A Maçonaria Brasileira "Republicana" peca, quando se vangloria em suas exposições e publicações, por ter participado do Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 1889, quando foi inaugurado o primeiro Estado de Exceção Genocida da História do Brasil, direcionando a nação para os meandros das trevas.
Comunicado de 24 de março de 2014
Este Blog quanto minhas páginas do Facebook, não fazem nenhuma apologia contra a Maçonaria. Não é pelo fato de chamar à atenção para alguns fatos já publicados por Autores consagrados, que obrigatoriamente eu deixo de reconhecer a sua importância... Não é pelo fato de um pai chamar à atenção do seu filho, e lhe mostrar o caminho, que ele deixa de ser importante... Nada tenho contra a Maçonaria em si, tampouco invento a História. Esclareço que não sou nenhuma autoridade sobre o assunto e nem tudo que posto está em sincronismo com a Casa Imperial do Brasil, pois tenho agido de forma independente sem nenhum vínculo com qualquer Organização. Se em algum momento meus trabalhos referentes à Restauração da Monarquia Parlamentar Imperial Brasileira estiverem em dissonância ou prejudicando os interesses da Causa Monárquica da Casa Imperial do Brasil, estarei sempre disposto a acatar as recomendações dos Príncipes. Minhas críticas sobre a matéria em questão, especificamente tem sido sobre os segmentos da Maçonaria que continuam aliciando de várias formas... Afirmando com um aparente orgulho, a participação da Entidade no Golpe que Inaugurou a primeira Ditadura da História do Brasil. 

Tanto eu como a maioria dos Monarquistas, sendo Maçons ou não, temos a plena consciência de que a conspiração que resultou no ato de Traição e Lesa-Pátria do dia 15 de novembro de 1889, não teve nada de grandeza. Entendo que qualquer pessoa que conheça um pouco da História do Brasil saiba disso. A verdade dos fatos a cada dia emerge das trevas... Os segmentos republicanos da Maçonaria protelarem o reconhecimento da História, é o mesmo que contrariarem seus princípios mais elementares. A Maçonaria admitindo os fatos históricos, da forma mais imparcial possível, estaria despertando na população um interesse ímpar sobre a Nossa Monarquia, o que foi o Império do Brasil, e o porquê deixamos de ser uma nação respeitada. A fundação arbitrária do primeiro Estado de Exceção Genocida Brasileiro, que depois de 124 anos de fracassos nos conduziu a este grande nada, não tem nada de honroso, e nem é motivo para qualquer entidade se orgulhar. Não admitir como ocorreram os fatos na época, além de estarem fingindo que enganam a si mesmos e seus Membros... Não acrescenta nada de útil, virtuoso e verdadeiro à nação Brasileira... Só subtrai. 

Lembro ao povo Cristão dessa Terra de Santa Cruz que os fundamentos dessa República de Mentira imposta arbitrariamente por meia dúzia de Traidores da Pátria, todos Maçons membros da Seita Positivista do francês Isidore Auguste Marie François Xavier Comte (August Comte), nada tem de Cruz ou com o Evangelho.
Se a Rússia, por motivos políticos ou não, teve a coragem de lavar a sua roupa suja, por que não podemos fazer o mesmo pelo bem do Brasil?
- III -
Divergências entre republicanos:
Não é ensinado nas escolas, mas existiu um plano dos republicanos radicais para assassinar todos os membros da Família Imperial Brasileira. Execução sumária de membros da Família Imperial Brasileira que eventualmente resistisse à troca da Monarquia pelo Regime Republicano. 
"Uma dessas correntes republicanas, formada de 'Jacobinos', eram admiradores da Revolução Francesa. Eles defendiam A deposição de D. Pedro II por meio de revolta popular; e a execução da Família Imperial, se necessário. O líder dos 'Jacobinos' era o Advogado Antônio da Silva Jardim, conhecido pelo radicalismo de suas posições. Deposto o Imperador pela força que viria das ruas... À Família Imperial seriam dadas duas opções: a primeira, o exílio, na Europa de preferência; a segunda, em caso de resistência, morte em praça pública em nome dos interesses nacionais (da República propriamente dita) – Silva Jardim gostava de lembrar que, em 1789, os revolucionários parisienses haviam executado na guilhotina o Rei Luís XIV e a Rainha Maria Antonieta, atitude que também deveria guiar os brasileiros.". Entre parênteses anotação minha. 
Concluo: 
Para quem achou a fantástica idéia do Advogado Antônio da Silva Jardim um absurdo, estas suas elucubrações macabras tornaram-se realidade em 1918, quando os Golpistas Comunistas Republicanos executaram sumariamente a Família Imperial Russa. Mesmo que a Monarquia do Império Russo nunca tenha sido tão democrática e liberal quanto a Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil... Não se justificou tamanha atrocidade. Inclusive a russa era considerada uma Monarquia Absolutista até o Golpe de Estado Comunista de 1917, quando foi inaugurada a primeira Ditadura da História da Rússia, que além de assassinar a Família Imperial, calcula-se que, de 1917 a 1953, ano da morte de Stalin, os expurgos, a fome, as deportações em massa, o trabalho forçado no Gulag e os fuzilamentos mataram algo em torno de 20 milhões de pessoas na antiga URSS... Já aqui no Brasil, quando os republicanos para consolidar a Ditadura que inventaram em 1889, assassinaram nos 10 primeiros anos de fracasso 150.000 de brasileiros; inclusive mulheres crianças e anciãos (três vezes mais mortes entre militares e civis brasileiros que na Guerra do Paraguai). O que equivaleria em 2013, a 1.700.000 de mortes.
(...) O orador acabara de chegar de Santos, onde morava, e trazia uma mensagem radical a platéia ali reunida: a execução sumária de membros da Família Imperial Brasileira que eventualmente resistisse à troca da Monarquia pelo Regime Republicano. Na opinião de Silva Jardim, os republicanos deveriam aproveitar o ano seguinte, primeiro centenário da Revolução Francesa, para instalar o novo regime. À Família Imperial seriam dadas duas opções. A primeira, o exílio, na Europa de preferência. A segunda, em caso de resistência, morte em praça pública em nome dos interesses nacionais. Lembrava que, em 1789, os revolucionários parisienses haviam executado na guilhotina o Rei Luís XVI e a Rainha Maria Antonieta, entre outros nobres franceses. A atitude segundo ele, deveria guiar os brasileiros nas difíceis decisões a serem tomadas nos meses seguintes.
_ Execução? Sim, execução! _ afirmou Silva naquela noite, o olhar fixo na platéia. – matar sim, sim, se tanto for preciso; matar!
Estes conspiradores republicanos brasileiros podem ser equiparados aos remanescentes da Revolução Francesa, pelos "republicanos" comunistas que assassinaram a Família Imperial Russa em 1918, após o Golpe de 1917; ou poderiam igualitariamente serem comparados aos heróis sanguinários de papel (como Che e Fidel, por ex.) destes últimos DesGovernos desta Decadente República Brasileira que inventaram. Não assassinaram fisicamente a nossa querida Família Imperial, entretanto a Imperatriz chegou à Europa praticamente morta, vindo a falecer poucos dias depois, e o Imperador dois anos após, triste e com saudades do Brasil que tanto amava.
Aos 30 anos de idade este republicano Silva Jardim, visitou Pompéia, na Itália, e, curioso por conhecer o Vulcão Vesúvio, mesmo tendo sido avisado de que ele poderia entrar em erupção a qualquer momento, foi tragado (literalmente para os Abismos das Trevas) por uma fenda que se abriu na cratera da montanha - não se sabendo se foi um acidente ou um ato voluntário.
De acordo com reportagem do jornal "A Pátria Mineira", de 30 de julho de 1891, da Cidade de São João del Rei, acessível por meio do sítio do Arquivo Público Mineiro, a morte de Silva Jardim teria sido um acidente, testemunhado por um guia e seu amigo Joaquim Carneiro de Mendonça. Segundo o relato, o jornalista teria sido engolido por uma fenda junto ao Vesúvio, do que se salvou, ferindo-se, Carneiro de Mendonça, que fora auxiliado pelo guia local. O jornal menciona a fonte das informações como a "Carta Parisiense", de Xavier de Carvalho, dirigida ao "Paiz".
A Viúva Adelaide

(...) Há uma versão um tanto idealizada da chamada “proclamação” da República (que nunca ocorreu). Esta versão, embora fantasiosa, tem sido incentivada pela propaganda oficial. Abaixo, a descrição correta de uma das mais negras páginas de nossa História.

A verdadeira causa da pseudo proclamação da república chama-se Adelaide… Deodoro estava no Comando Militar do Rio Grande do Sul. O influente político Silveira Martins ocupava a Presidência da Província. Ambos disputavam os encantos e favores de uma viúva, cujo nome era Adelaide. Parece que ela preferia o Silveira Martins, deixando Deodoro em segundo plano. Por conseqüência, tornaram-se inimigos ferrenhos… Daí, anos mais tarde, a conduta tresloucada do Marechal que não proclamou a República… De fato, as chamadas “causas” da proclamação (que nunca ocorreu) desta República (que não é, e nunca foi) não passam de eventos maquiados pela propaganda golpista (que não menciona a Viúva Adelaide). São poucos, muito poucos, os que já ouviram falar na Viúva Adelaide. É natural. A historiografia oficial, por motivos óbvios, faz o possível para que seja esquecida.

Portanto, a chamada Proclamação da República no Brasil é uma fábula. Nunca aconteceu. Contudo, resta a pergunta: Se não houve uma proclamação, como foi implantada a República no País? Após ter gritado “Viva o Imperador”, (que a propaganda oficial mudou para “Viva a República), Deodoro voltou para casa. Volta ao leito e, na cama, recebeu a visita de alguns militares republicanos. Tentaram fazer com que Deodoro assinasse o documento que viria a ser o decreto Nº 1 da república. O velho militar se recusou: havia jurado fidelidade ao Imperador.

Deodoro não era republicano. Havia mesmo escrito, poucos dias antes, a um de seus sobrinhos, o General Clodoaldo que: “República no Brasil e desgraça completa são a mesma coisa”. De má fé, os militares golpistas disseram ao Marechal que o Visconde de Ouro Preto seria substituído por Silveira Martins. Sabiam da inimizade entre os dois. Deodoro não havia perdoado seu antigo rival na disputa pelos favores da Viúva Adelaide.
Tresloucado, como sempre ficava quando se lembrava de sua antiga paixão, Deodoro disse textualmente: “Deixe-me assinar esta porcaria”. A “porcaria” era o primeiro decreto do “governo provisório” documento este que efetivamente implantou o regime republicano no Brasil. (...)
O Escritor e Pesquisador Laurentino Gomes tenta explicar em:
- V -
Por meio da intriga e da mentira aliciaram um Militar velho e doente, induzindo-o a cometer um ato de traição. 

Em 15 de novembro de 1889, o Marechal Deodoro da Fonseca sem saber bem o que fazia, brava em alto e bom som perante os figurantes (tropa) do cenário montado pelos Traidores da Pátria:
Viva o Imperador!”. Algum tempo mais tarde, após o Crime de Traição e Lesa-Pátria Deodoro dizia: “Isto foi um mal; a Nação ficou atônita e as opiniões divergentes não se puderam pronunciar. Ainda a de haver revoluções, e o sangue que não correu a quinze de novembro ainda há de correr”. E nunca correu tanto sangue em toda a História do Brasil, com a tentativa insana de se justificar o injustificável Crime de Traição e Lesa Pátria, do Golpe de Estado (Militar). Nos 10 primeiros anos de fracassos republicanos foram assassinados 150.000 brasileiros, só porque incomodavam o novo regime que o povo não havia pedido. Três vezes mais do que os 50.000 brasileiros mortos nos 7 anos da Guerra do Paraguai.
“Maior prova de arrependimento e vergonha, daquele que encarnava a virtude do exército não poderia existir. A República foi proclamada sem grandeza à custa de mentiras, e seu proclamador quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. E hoje temos paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, e fazer um FERIADO NACIONAL em DIA de GOLPE de ESTADO.”
Foi assim! Sem honra ou grandeza que a grande lambança da 1ª Ditadura Militar dos Estados Unidos do Brasil principiou. Executando nos seus primeiros 2.500 dias o equivalente em 2013 a 1.700.000 brasileiros. Uma média de 680 por dia. Hoje por diversas razões, muitas delas obscuras, indivíduos ingênuos & iludidos por ideologias estranhas às nossas Raízes, zumbizados pela doutrinação comunista positivista nas escolas; lobotomizados desde tenra idade; outros com seus interesses obscuros ou suas conveniências pessoais; consideram mais extraordinário e relevante os 300 ou 400 mortos dos 20 anos da última Ditadura Militar, a maioria deles Terroristas e Guerrilheiros mortos em combate, do que o genocídio dos 150.000 brasileiros causado pela violenta repressão do primeiro Governo Ditatorial Republicano, no seu curto período inicial de 10 anos a partir de 1889, quando a população brasileira era 11 vezes menor que a de 2012.
A maioria das mazelas do país, em todos os âmbitos, se resume neste sistema republicano de governo. Há uma dívida genocida histórica que esta República de Mentira finge que esqueceu. Enquanto esta dívida não for ao menos reconhecida oficialmente, a Nação Brasileira estará condenado ao fracasso. Este fato vem historicamente sendo comprovado nestes tortuosos meandros desta Ilegal República, que foi imposta por alguns maçons sem uma consulta popular. Ignorá-la tem sido o pior dos caminhos. O resultado desta insanidade republicana está aí para que todos vejam. 
URL da Imagem
“Por ora, a cor do governo é puramente militar e deverá ser assim. O fato foi deles, deles só porque a colaboração do elemento civil foi quase nula. O povo assistiu àquilo tudo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava. Muitos acreditaram seriamente estar vendo uma parada!”
— Aristides Lobo
Na reunião na casa de Deodoro, na noite de 15 de novembro de 1889, foi decidido que se faria um referendo popular, para que o povo brasileiro aprovasse ou não, por meio do voto, a República. Porém esse plebiscito só ocorreu 104 anos depois, pelo artigo segundo do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias da Constituição de 1988, quando todos que possuíam algum parâmetro comparativo entre o Império e a República haviam morrido; além da República nestes 104 anos ter tido tempo mais do que suficiente para desconstruir a aura democrática da Monarquia Parlamentar Constitucional do Império do Brasil, no decorrer de quatro gerações nos bancos das escolas... Obviamente que o povo votou naquilo que conhecia: na República Presidencialista. 
- VI -
Comentários/observações sobre o Decreto nº 1, de 15 de Novembro de 1889

Transcrevo:
Em seu Art. 1º, o decreto nos informa que a proclamação da república não foi um ato acabado, inicialmente, mas sim uma medida provisória.

No Art. 7º, quando assume o compromisso de consultar a nação para saber se o povo concordava com a mudança do regime, o Governo Provisório se declara consciente de que isso, a consulta, era um dever do novo governo, e que então haveria um plebiscito para legitimar a nova forma de governo.
Esse compromisso é bem claro no Art. 7º na parte em que diz: "aguardando, como lhe cumpre, o pronunciamento definitivo do voto da nação, livremente expressado pelo suffragio popular."

Assim, o Decreto nº 1 do Governo Provisório, que se declara provisório, implicitamente porque o novo regime também o era, nos diz duas coisas bem claras que infelizmente foram esquecidas: 
1) Não houve uma mudança de regime de forma definitiva, logo de início, mas sim provisória. 
2) Foi prometido um plebiscito para confirmar a mudança, mas isso só foi feito mais de cem anos após, em 1993.
    "O Império não foi a ruína. Foi a conservação e o progresso. Durante meio século manteve íntegro, tranqüilo e unido território colossal. O Império converteu um país atrasado e pouco populoso em grande e forte nacionalidade, primeira potência sul-americana, considerada e respeitada em todo o mundo civilizado. O Império aboliu de fato a pena de morte, extinguiu a escravidão, deu ao Brasil glórias imorredouras, paz interna, ordem, segurança e, mas que tudo, liberdade individual como não houve jamais em país algum. Quais as faltas ou crimes de D. Pedro II, (...)? Quais os erros praticados que o tornou merecedor da deposição e exílio (...)? A República Brasileira, como foi proclamada, é uma obra de iniqüidade  A República se levantou sobre os broqueis da soldadesca amotinada, vem de uma origem criminosa, realizou-se por meio de um atentado sem precedentes na História e terá uma existência efêmera!" 
Visconde de Ouro Preto 
- VII -
Quanto à República dos Estados Unidos do Brasil!...

(...) “Quanto à República dos Estados Unidos do Brasil, sua história mostra uma forma de governo que não consegue fugir de suas origens escabrosas. Nasceu de uma sedição militar (1889). Implantou um regime onde a regra era, como ainda é, a corrupção, a degradação dos costumes e o terror.” 
"Aliás, não lhe escasseiam na crônica fastos lastimosos e pudendos. Atravessamos, em 1894, a ditadura plena: o governo da espionagem, do cárcere e do fuzil, com o lar doméstico entregue às buscas policiais, o erário ao saque dos cortesãos, o crédito público às emissões clandestinas, a vida humana ao espingardeamento, a educação de nossos filhos ao espetáculo de todos os crimes, ao comércio de todas as corrupções. No começo, foi para vencer. Em seguida, para exterminar os vencidos. De 13 de março a 30 de julho as ilhas da nossa baía presenciaram a execução de centenas e centenas de homens, marinheiros da nossa esquadra, que os chora, confiados pelos seus capitães, na hora da rendição, à santidade das leis da guerra e imolados pela vitória truculenta ao apetite dos seus instintos. 

Durante esse período lutuoso o país inteiro, assombrado, assistira a tragédias como as do Paraná, onde o caminho de ferro conduzia aos espigões das serranias as vítimas do rancor homicida, para as sepultar nos despenhadeiros, fuzilando-as na queda. Tivemos, em março de 1897, a demagogia acompadrada com a autoridade, no Rio de Janeiro, destruindo prelos, armando queimadoiros nas praças, organizando a morte, executando as suas sentenças capitais à cara do governo, na sua capital. Viu-se, pouco mais tarde, nos sertões da Bahia, sobre os restos do fanatismo aniquilado, a liquidação pela degola, pelo petróleo, pela trucidação de mulheres e crianças. Nos sertões de S. Paulo a lei de Lynch, alistada ao serviço dos partidos, consumou impunemente, com a notória proteção dos interesses dominantes, uma das mais horrendas cenas de sangue registradas nos anais da nossa ferocidade."
(Ruy Barbosa: em A Imprensa: março de 1900)

“A historiografia oficial não relata a presença, em nossas águas, de navios da Marinha dos Estados Unidos da América que, com tiro de peça, atingiram um dos navios do dissidente Almirante Saldanha (1893). Atingiram também a nossa soberania. E tudo a pedido do traidor Floriano Peixoto, então Presidente da República. (Nos bons tempos do Império do Brasil, eram os nossos navios que iam impor a ordem onde se fizesse necessário.) (...)”
- VIII -
A Herança da Inútil Fracassada Farsa Republicana da Seita Positivista que Acabou com o Brasil
Para Qualquer Criancinha Entender.
É BEM SIMPLES ASSIM!...
A República Brasileira para se manter apelou por concentrar todos os direitos e regalias no Estado, excluindo sistematicamente as liberdades e prerrogativas individuais. Imposto como um Regime Totalitarista Presidencialista Republicano, inaugurou a primeira Ditadura Republicana do Estado Brasileiro. Seu “Proclamador” e também primeiro Presidente da República, cedo foi deposto em função da sua fracassada experiência como Ditador do Estado de Exceção que acabara de ajudar a criar, caracterizado por diversas Crises Institucionais & Constitucionais, que desestabilizaram e arruinaram o país, cujas suas desastrosas consequências se estenderam pelo futuro. Desiludido o Marechal Deodoro da Fonseca quis ser enterrado sem a farda que caracterizava a instituição que dizia liderar. Hoje temos o paradoxo do Brasil se pretender democrático e sério, fazendo um Feriado Nacional em dia de Golpe de Estado.
● Na Desgraça Nacional Republicana Brasileira, entre os Mandos e Desmandos nesses 125 anos de estagnação e fracassos, já se somam:

● 12 Estados de Sítios,
● 17 Atos Institucionais,
● 6 Dissoluções do Congresso,
● 19 Revoluções ou Intervenções Militares,
● 2 Renuncias Presidenciais,
● 3 Presidentes Impedidos,
● 4 Presidentes Depostos,
● 6 Constituições Diferentes,
● 4 Ditaduras e 9 Governos Autoritários...

● Mais os 29 últimos anos perdidos com a 6ª tentativa de ressuscitar a República Brasileira com a fracassada invenção dessa Nova República, que nos conduziu mais uma vez a um grande vazio. E tudo indica que a burrice dos dementes políticos republicanos brasileiros, indiferentes ao que já funcionou a contento na história dessa nação fundada em 1822 como um Império, continuarão como insaciáveis varejeiras, investindo na inauguração de novas repúblicas brasileiras.

● - República Velha - 1ª República (1890–1930): Ditadura
● - República da Espada (1894): Ditadura
● - República do Café-com-Leite
● - Aniversário dos 50 anos da Proclamação da República.
● - Era Vargas - (1930–1945): Ditadura - Regime Totalitário & Autoritário
● - Quarta República (1946–1964)
● - Governo Provisório (Brasil)
● - Governo Constitucionalista
● - Estado Novo
● - Último Regime Militar - 5ª República (1964–1985): Ditadura - Castelo BrancoCosta e SilvaMédiciGeisel e Figueiredo.
● - Nova República - 6ª República (1985-atual): José SarneyFernando CollorItamar FrancoFernando Henrique CardosoLulaDilma Rousseff.

● Constituições do Brasil Independente:
● Constituição de 1824 - 1ª Constituição do Estado Brasileiro Independente e Soberano. Funcionou durante todo o período Monárquico Parlamentar Constitucional Representativo no Império do Brasil (1824–1889).
● Constituição de 1891 - 1ª Constituição da República
● Constituição de 1934 - 2ª Constituição da República
● Constituição de 1937 - 3ª Constituição da República
● Constituição de 1946 - 4ª Constituição da República
● Constituição de 1967 - 5ª Constituição da República
● Constituição de 1988 - 6ª Constituição da República
Máxima Monárquica:
"O Monarca pensa nas próximas Gerações... O Presidente pensa nas próximas Eleições."
- IX -
A grande incoerência Republicana Brasileira em transformar o que hoje ainda é considerado Crime de Alta Traição, suscetível com a punição por fuzilamento, em Ato Heroico; além de fazer um Feriado Nacional para comemorar Golpe de Estado.


• 1 - Quanto a Inconfidência Mineira, primeiramente devemos procurar saber como o mundo funcionava no contexto da época, respeitando a cronologia do tempo, sem levianamente julgá-lo igualitariamente com a atualidade. Retrocedendo o relógio do tempo da História do Brasil, observamos como as Leis das demais nações tratava seus considerados traidores... Além do mais, o Estado Brasileiro Independente e Soberano (Império do Brasil), na época da Inconfidência ainda não havia sido fundado. Procure saber, sobre os 200.000 brasileiros massacrados impiedosamente nos 10 primeiros anos da imposição arbitrária republicana à partir do Golpe de Alta Traição de 15 de novembro de 1889, quando a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponderia na atualidade a um genocídio de 2.200.000 de mortes. 

 2 - Repúblicas carecem de identidade, por isso que a brasileira adotou Marianne e travestiu personagens enquadrados como traidores (segundo as legislações vigentes das distintas épocas) em heróis nacionais. Ainda hoje pela Constituição desta mesma República, paradoxalmente se surgissem revolucionários pretendendo fragmentar o território brasileiro, ou colocar de alguma forma em risco a Soberania Nacional; seriam julgados pelo crime de Alta Traição, e se militar fossem... Provavelmente seriam condenados à pena de morte. Leia mais sobre a história de Tiradentes e outros revolucionários republicanos, que pretendiam fragmentar o território continental brasileiro em várias republiquetas, como ocorreu na América Espanhola. 

 3 - Tanto a Inconfidência Mineira como muitos outros movimentos separatistas, tentaram desencadear um processo de fragmentação do Território Nacional, para dividir o Brasil em vários países. Felizmente o Império Português não permitiu, e, posteriormente nossos Imperadores evitaram que estes tais ideais republicanos se consumassem. Infelizmente durante o reinado de D. Pedro I, perdemos a Província Cisplatina (hoje Uruguai) na Guerra da Cisplatina... No reinado de D. Pedro II, houve até uma invasão da Província de Mato Grosso por parte do Paraguai; início de uma campanha do Exército Paraguaio, treinado e equipado pela República Francesa, para expandir suas fronteiras até o Oceano Atlântico, anexando o que representa hoje os Estados: do Paraná, de Santa Catarina e Rio Grande do Sul (Guerra do Paraguai). 

 4 - Agradeça aos portugueses pelo invejável Território Continental Brasileiro. A expansão do território do Brasil Colônia além do Tratado de Tordesilhas foi financiada por Portugal, talvez até com o próprio ouro extraído das Minas Gerais (e qual nação da época não explorava economicamente suas colônias?). Foram os portugueses com muito sacrifício de vidas, que impediram a fragmentação do território brasileiro em várias Republiquetas. A Guerra dos Mascates (1710), a Inconfidência Mineira (1788), a Revolução Pernambucana (1817), foram levantes republicanos com propósitos separatistas, para quebrar a unidade soberana territorial brasileira e criar vários países sem grande importância; portanto se não fossem combatidos, não teríamos o Brasil de hoje com esse invejável território continental. 

 5 - Posteriormente quem herdou e assumiu a responsabilidade por esta tarefa foi o Império do Brasil, também à custa de muitas guerras e perda de vidas: na Confederação do Equador (1824), a Sabinada (1837) e a Revolução Farroupilha (1835-1845). Estas Revoltas Republicanas, também ambicionavam a criação de outros países em solo brasileiro. Mais tarde o Império Brasileiro, depois de invadido por tropas paraguaias, treinadas e financiadas pela República Francesa, foi obrigado a dar uma resposta  ao Ditador Republicano Solano Lopes (Dezembro de 1864 - Março de 1870), também para garantir a integridade territorial brasileira. 

 6 - Com o advento do Golpe de Traição e Lesa-Pátria de 1889, a República carecendo de identidade (nunca existiu Identidade Nacional Republicana Brasileira), traveste traidores em mártires e heróis nacionais, paradoxalmente enquanto que na Constituição Republicana Brasileira reza a Soberania, a Unidade Indivisível Territorial Continental... Que deve ser preservada com a própria vida se preciso for... Motivo de orgulho nacional. Incoerentemente os sucessivos governos republicanos condiciona o povo desde criancinha à partir dos bancos das escolas, a venerar seus heróis de barro como Tiradentes, Deodoro da Fonseca, Floriano Peixoto... E muitos outros. E para completar a Tragédia Nacional, hoje Partidos Políticos Republicanos pregam uma tal de Internacional Socialista & Comunista para um Brasil sem fronteiras... Terra de todos & ninguém. Quem vai entender um absurdo desses!...? 

 7 - "7 de setembro de 1822. Nesse dia, com o Grito do Ipiranga, a Nação Brasileira ganhou identidade, independência, soberania e liberdade. Hoje, corremos grande risco de perdê-las". Logo após o desastre do Golpe de Estado de 1889, esta liberdade começou a ser ameaçada, e rapidamente perdemos a posição de nação desenvolvida e respeitada (país que chamam hoje de 1º mundo), nos arrastando para o submundo das nações de 3ª categoria. Os governos subsequentes se sucederam à custa de iludir o povo com promessas nunca cumpridas como ocorre hoje em dia: Lula não fez o que prometeu no seu 1º mandato; disse que faria no 2º; não fez e disse que a sua sucessora faria o que não fez. Sua sucessora descaradamente falou que o seu governo seria continuidade do fracassado governo Lula, e mesmo assim foi eleita pela maioria de Zumbis Lobotomizados, Abduzidos por Bolsas de qualquer coisa. Não vai fazer o que prometeu no seu Plano de Governo neste mandato, e mais uma vez se nada for feito, iludirá novamente suas Hordas de Analfabetos Funcionais, junto com os humildes menos esclarecidos, que tudo milagrosamente se resolverá no seu 2º mandato. O Desastre Nacional não se resume no PT, todos os Partidos Políticos estão inserido nesta crise endêmica moral republicana institucionalizada. 


Existe um paradoxo entre as posturas das Repúblicas, quanto suas autoridades de opinarem sobre Golpe de Estado Inconstitucional, quando 99% delas principiaram com um criminoso Golpe de Estado. No caso da Fundação do primeiro Estado de Exceção da História do Brasil em 1889, houve um genocídio nos seus 10 primeiros anos de fracassos em nome da sua consolidação, onde 200.000 pessoas foram mortas; a maioria delas sumariamente, numa época em que a população brasileira era 11 vezes menor que a atual, o que corresponde quantitativamente na atualidade a 2.000.000 de mortos. Quando estas repúblicas questionam seus golpes menores dados nos Golpes delas mesmas, é o mesmo que se estivessem questionando suas próprias legitimidades.
(...) "À medida em que o povo foi tomando conhecimento do acontecido, movimentos pela volta da Família Imperial começaram a eclodir por todo o Brasil. O governo republicano os destroçou com punho de ferro. (...)"

- XI -

A FARSA POSITIVISTA

 A - O primeiro partido republicano no Brasil foi o Partido Republicano Paulista, (PRP), criado na Convenção de Itu, em 1873. O PRP era um partido legalizado, apesar do Brasil ser uma Monarquia. O PRP conseguiu eleger apenas três deputados na Assembleia Geral de Deputados, durante o Império do Brasil (1822-1889), porém conseguiu infiltrar-se no meio militar, o que foi decisivo para a queda da Monarquia Constitucional Brasileira, e, portanto, do Imperador Dom Pedro II. 

 B - A despeito da intensa propaganda republicana, a idéia da mudança de regime político não ecoava no país. Em 1884, foram eleitos para a Câmara dos Deputados, apenas três republicanos. Na legislatura seguinte, apenas um conseguiu ser eleito. Na última eleição parlamentar realizada no Império do Brasil, a 31 de agosto de 1889, o Partido Republicano só elegeu dois Deputados. 


 C - Percebendo que não conseguiriam realizar seu projeto político pelo voto, os republicanos contrariando a democracia da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil, optaram por concretizar seus ideais alienígenas adversos à autêntica Identidade Nacional pelos piores caminhos possíveis. Apelando pelo Golpe de Estado (Militar), foi inaugurada a primeira e mais sangrenta Ditadura da História do Brasil. Neste sentido a República Brasileira além de assassina, continua sendo moralmente ilegal (fora da lei) e marginal. O resultado aí está para que todos vejam e reflitam. 


 D - O período de 1889 até 1930, chamado de República Velha, também ficou conhecido como "Primeira República", "República dos Bacharéis", "República Maçônica" e "República da Bucha", pois todos os presidentes civis daquela época eram bacharéis em direito. Quase todos foram formados na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, exceto Epitácio Pessoa. Artur Bernardes iniciou os estudos de direito na Faculdade Livre de Direito (atual Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais) e o concluiu em São Paulo. Quase todos eram membros da Maçonaria. 


 E - E, quase todos, menos Epitácio Pessoa, foram membros de uma sociedade secreta da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, chamada de "Bürschenschaft Paulista", ou "Studentenverbindung" (algo como confraria da camaradagem, em alemão), mais conhecida como "Bucha", criada, em 1831, pelo professor Julius Frank (1808 - 1841). Os membros da Bucha procuravam, quando alcançavam um alto cargo político, chamar seus colegas da Bucha para sua equipe. Carlos Lacerda descreveu assim a Bucha: "Uma sociedade secreta em que os sujeitos confiavam nos companheiros, digamos "da mesma origem", que passam pelas faculdades, futuras elites dirigentes. Um dia, um sobe e chama o outro para ser governador, para ser secretário, para ser ministro e assim por diante." — Carlos Lacerda. 


 F - Os candidatos de oposição à presidência da República também foram maçons: Ruy Barbosa, também membro da Bucha, foi três vezes candidato, o Grão-Mestre Lauro Sodré, foi duas vezes candidato e o ex-presidente da república (1909-1910) e Grão-Mestre do Grande Oriente do Brasil, Nilo Peçanha foi candidato de oposição em 1922. Afrânio de Melo Franco que governou de fato o Brasil quando Delfim Moreira adoeceu também era da Bucha. Epitácio Pessoa foi o único presidente civil que não pertenceu à Bucha, pois bacharelou-se em direito em Recife. 
- XII -
No Item "Y •" do Capítulo - I - da Matéria: 
Comunismo
• O Partido (Único) Nacional Socialista (Nazista) dos Trabalhadores Alemães (da República Alemã)tal como o Partido (Único) Comunista (Socialista) da União das Repúblicas Soviéticas, buscou inspiração nas idéias de Karl Marx. Costuma-se dizer que Comunismo é a Ditadura da Esquerda, enquanto o Nazismo seria a Ditadura da Direita. Nada mais falso, tanto o Nazismo quanto o Comunismo tem inspiração marxista. Ambos compartilham do ódio contra a burguesia, desrespeitam a propriedade privada (basta ver os confiscos realizados por ambos os Regimes Republicanos), do desprezo pelas liberdades individuais, da glorificação do Estado como centro das atenções, e da respectiva diminuição da importância do papel do indivíduo. Além disso, estes Regimes Republicanos pregam a planificação da economia, isto é, defendem o planejamento central da atividade econômica." Na História, todos estes regimes totalitários socialistas/comunistas, foram impostos se utilizando de métodos genocidas. 
- XIII -
 26 - Todos os Países Comunistas são Regimes Republicanos Totalitaristas(Liberdade, Igualdade, Fraternidade... Ou a Morte)... A Revolta PopularDemocracia Direta Republicana do Poder PopularPoder do PovoA Nova Democraciao Poder é do Povo até quando Interessa... Esta história já tem mais de dois séculos. Vá hoje lá 224 anos depois da Revolução Francesa e verifique se isso é verdade. Igualzinho aqui. «Liberté, Égalité, Fraternité, ou la Mort» texto exibido em um cartaz anunciando a venda de biens nationaux (1793). Logo após a revolução, o lema foi escrito em algum momento como "Liberdade, Igualdade, Fraternidade, ou Morte". A parte "Morte" foi posteriormente suprimida por ser muito fortemente associada com o Reino do Terror
 27 - Partido (Único) Nacional Socialista (Nazista) dos Trabalhadores Alemães (da República Alemã), tal como o Partido (Único) Comunista (Socialista) da União das Repúblicas Soviéticas, buscou inspiração nas idéias de Karl Marx. Costuma-se dizer que Comunismo é a Ditadura da Esquerda, enquanto o Nazismo seria a Ditadura da Direita. Nada mais falso, tanto o Nazismo quanto o Comunismo têm inspiração marxista. Ambos compartilham do ódio contra a burguesia, desrespeitam a propriedade privada (basta ver os confiscos realizados por ambos Regimes Totalitários Republicanos), do desprezo pelas liberdades individuais, da glorificação do Estado como centro das atenções, e da respectiva diminuição da importância do papel do indivíduo. Além disso, estes Regimes Republicanos pregam a planificação da economia, isto é, defendem o planejamento central da atividade econômica." Na História, todos estes regimes totalitários socialistas/comunistas, foram impostos se utilizando de métodos genocidas. 
 28 - Depois é instituída uma casta supostamente intelectualizada, teoricamente superior, que a mesma massa que executou até com o sacrifício das suas próprias vidas o Trabalho Sujo, já cansada e debilitada, aceita a Elite como a salvação das suas mazelas. Primeiro é promovido o caos para depois prometerem a felicidade à massa moldável ingênua útil, usada para atingirem seus propósitos... Os Fins Justificam os MeiosA ambição do poder custe o que custar. Qualquer semelhança com a Desconjuntura Institucionalizada Republicana Brasileira atual é mera coincidência.
Sinistros Antencendentes Históricos de Marianne
• 29 - Ao contrário do LEMA (LIBERTÉ, ÉGALITÉ, FRATERNITÉ) que Marianne prega providencialmente se esquecendo da Justiça embutida em Égalité... Custe o que custar, interromperam a Democracia Liberal Consolidada da Monarquia Parlamentar (Constitucional) do Império do Brasil, substituindo-a em 1889 por um Regime Tirânico de Exceção; o período mais sombrio e sanguinário da História do Brasil. Agora um Partido Político com seus Asseclas Coligados, descaradamente criou uma tal de Comissão para oficializar Mentiras, apurando Meias Verdades que atenda aos seus próprios interesses obscuros., essencialmente sobre o Último Estado de Exceção. 
 Meia dúzia de traidores republicanos discípulos da Seita Positivista da Igreja de August Comte, em detrimento de toda uma nação, relegaram toda uma tradição edificada sobre a Cruz da Ordem de Cristo, para impor sobre a sociedade uma deusa de barro alienígena às nossas raízes históricas e a legítima identidade nacional - nunca existiu identidade nacional na fraude republicana brasileira.
 30 - A intenção é levantar os crimes de Agentes de Estado (da própria República que inventaram com o Crime de Traição e Lesa-Pátria em 1889) de até 85 anos atrás, com o nítido propósito de travestir Bandidos de outrora em heróis salvadores da pátria, para reescreverem uma história bonita da República que será estudada pelas crianças nas escolas. Para passar a República a limpo de fato, por que não estendem esta abrangência por mais 39 anos, até 1889, quando sem consultarem o povo, esta República foi antidemocraticamente, arbitrariamente, à margem da lei... Imposta? 

 31 - Os Massacres de Setembro de 1792 são na verdade o prelúdio a esta lógica do terrorismo como instrumento de controle do poder entre: (1793-1794). Constituem assim uma das primeiras "derrapadas" da Revolução Francesa. Este acontecimento permanece objeto de debates entre historiadores, alguns defendendo uma visão Leninista ou Stalinista da Revolução, outros se empenhando em mostrar os limites do Poder Popular e os perigos, atualmente, de uma exemplaridade do terrorismo.”
Martyrs Chouans et vendéens 
 32 - Esta Carapuça Vermelha (Barrete Frígio - Phrygian Cap - Bonnet Phrygien) usada pelo Povo & Carrascos no vídeo, acabou sendo considerada um Símbolo da Revolução Francesa. A República carecendo de Identidade, a associou posteriormente a figura feminina de seios generosos da obra: “A Liberdade Guiando o Povo”, pintada em 1830 por Eugène Delavcoix, incorporando a Alegoria fictícia da Efígie da República Francesa, travestindo assim! o Terror numa caricatura bonita, venerada pelos republicanos brasileiros durante as articulações conspiratórias contra o Império do Brasil. 
Reino do Terror
 33 - Foi um período de violência que ocorreram após o início da Revolução Francesa, o Reino do Terror foi um período compreendido entre agosto de 1792 (queda dos Girondinos) e 27/28 de julho de 1794 (prisão de Maximilien de Robespierre, ex-líder dos Jacobinos), também conhecido simplesmente como The Terror (francês: la Terreur), foi incitada pelo conflito entre rival facções políticas, os Girondinos e os Jacobinos, e marcada por execuções em massa de "inimigos da revolução".
 34 - O que inicialmente era uma perseguição velada aos Girondinos tornou-se uma perseguição geral a todos os "Inimigos da Revolução”, inclusive à alguns elementos Jacobinos que sempre haviam apoiado a mesma, como Danton. O Comitê de Salvação Pública era o órgão que conduzia a Política do Terror; sua figura de maior destaque foi Robespierre (que posteriormente depois de guilhotinar milhares, foi guilhotinado também). O número de mortos varia, mas foram dezenas de milhares. Apenas os condenados executados pela Guilhotina foram 19.200, sendo 2.639 em Paris, e outras 25.000 execuções sumárias em toda a França. Durante todas as etapas da "Evolução" da Revolução Francesa, 650.000 pessoas foram mortas.
 35 - O Terror terminou com o golpe do 9 de Termidor (27/28 de julho de 1794), que desalojou Robespierre do cargo de Presidente do Comitê de Salvação Pública e no dia seguinte, Robespierre e Saint-Just e mais de uma centena de Jacobinos foram executados na Guilhotina. Após o fim do período do terror, a Revolução Francesa assumiu definitivamente um Caráter Burguês, com o poder nas mãos do Diretório (Alta Burguesia).
 36 - Após a instituição da Convenção, o governo, precisando do apoio das massas populares (os sans-culottes) promulgou diversas leis de assistência e garantia dos direitos humanos estabelecidos pela revolução (liberdade, igualdade, fraternidade). Houve certa resistência contra essas leis, que se somava à pressão externa contra a França.
 37 - Os Girondinos, republicanos moderados, principalmente da Alta Burguesia e nobres liberais, sentavam-se à Direita na Assembléia Legislativa. Tinham por objetivos instituir medidas que controlassem a agitação popular e devolvessem a estabilidade política e social à França.
 38 - Os Jacobinos, formado por membros da Pequena Burguesia, sentavam-se à Esquerda na Assembléia Legislativa e defendiam o ideal de uma sociedade igualitária. Porém, foi durante o período que estiveram à frente da Revolução que aconteceu a maioria das execuções. Entre eles destacavam-se Marat, Robespierre e Danton.
 
 39 - A Guilhotina (o chamado "National Razor") tornou-se o símbolo da causa revolucionária, reforçada por uma série de execuções: o Rei Luís XVI, Maria Antonieta, o Girondino, Philippe Egalité (Luís Filipe II, Duque de Orléans), e Madame Roland e outros, como o químico pioneiro Antoine Lavoisier, perderam suas vidas sob sua lâmina. Durante 1794, a França revolucionária foi cheia de conspirações por inimigos internos e externos. Esta "genial" invenção continuou sendo usada até 1970, quando foi abolida a pena de morte na França.
 40 - A França revolucionária foi cheia de conspirações por inimigos internos e externos. Dentro de França, a revolução foi a oposição da nobreza francesa, que havia perdido seus privilégios herdados. A Igreja Católica Romana foi, em geral contra a Revolução, que tinha virado o clero em funcionários do Estado e exigiu que eles fizessem um juramento de lealdade para com a nação (por meio da Constituição Civil do Clero). Além disso, a primeira República Francesa estava envolvida em uma série de guerras com as potências vizinhas com a intenção de esmagar a revolução para evitar a sua propagação. 
Decapitação das Religiosas Carmelitas.
 41 - As Carmelitas “Antes de serem executadas ajoelharam-se e cantaram o hino Veni Creator, após o que todas renovaram em voz alta os seus compromissos do batismo e os votos religiosos. A execução teve início com a noviça e por último foi executada a Madre Superiora 'Madeleine-Claudine Ledoine (Madre Teresa de Santo Agostinho) (Paris, 22 de setembro de 1752), professa em 16 ou 17 de maio de 1775. Durante as execuções reinou absoluto silêncio. Seus corpos foram sepultados num profundo poço de areia em um cemitério em Picpus. Como neste areal foram enterrados 1298 vítimas da Revolução, é pouco provável a recuperação de suas relíquias. Foram solenemente beatificadas em 27 de maio de 1906 pelo Papa São Pio X.” 
• 
Porque não comemorar 15 de novembro de 1889 
Porque não celebrar a República no Brasil
 42 - Esta é a origem desta tua moralmente ilegítima importada à revelia República de Mentira, por meia dúzia de Traidores da Pátria, alienígena aos Valores Históricos das Raízes da Terra de Santa Cruz, e da Legítima Identidade Monárquica Imperial Nacional. Não existe Identidade Nacional Republicana Brasileira fundamentada na Revolução Francesa e nos seus ícones alegóricos de virtudes abstratas, criados para travestir o Terror numa coisa bonita de simples assimilação, com o propósito de iludir as gerações futuras, com uma velada síntese macabra dos ideais da República Francesa, impossível de serem alcançados nesta ilegítima caricatura republicana brasileira; que principiou sem honra, grandeza, à custa da intriga, mentira, traição... Assassinando 150.000 brasileiros (incluindo militares monarquistas, anciões, ex-escravos, mulheres e crianças) que se opuseram ao novo regime imposto arbitrariamente e fora da lei, fazendo com que a 1ª Republica, se perdesse num trágico vazio de retrocessos. 

“A Monarquia é um sistema político que produziu, entre outros, a Civilização Egípcia, a Cultura Persa, a Grécia Antiga, o Império Romano (mantido por mais mil anos como Bizâncio), inspirado por Israel do Antigo Testamento, Incas, Chinês, Turco, Japonês, fundada Rússia e França, fertilizando as Artes e as Letras, concebeu os mais belos monumentos em todas as latitudes e longitudes."
Vladimir Volkoff

Os Senhores já se perguntaram o porquê do conceito (termo), “Realizar”. Tornar Real ou Efetivo... Então!... Só não vê quem não quer. 
É por isso que nós não vamos desistir!...
 43 - A França não participou da Fundação, Consolidação e nem da Construção do Estado Independente Soberano Brasileiro; tampouco o Brasil nunca foi um Apêndice francês, para depois de ter formado com muito sacrifício e orgulho a sua Forte Nacionalidade, se tornar uma Marionete refém dos excrementos das revoluções dos outros, alheias aos reais interesses nacionais. Os que inventaram a Republicana Brasileira, se espelhando nos maus-exemplos dos regimes de fora, seguem aliciando de várias formas... Até afirmam com orgulho, suas participações na lambança do Golpe de traição e Lesa-Pátria que Inaugurou o primeiro Estado de Exceção da História do Brasil, como se a tragédia fosse algum motivo de júbilo. A Nação Brasileira estagnada sucumbe no colossal esgoto moral da Farsa Republicana, concebida pelos Traidores em 1889, que nada acrescentou de útil e virtuoso ao Brasil nestes 125 anos de fracassos. Hoje corremos grande risco de perder nossa identidade, independência, soberania e liberdade, conquistadas em 1822 com o Grito do Ipiranga. 

Porque não celebrar 1789 
Porque não celebrar a República na França
Porque não celebrar 1889 
Porque não celebrar a República no Brasil
“As Imagens explicam por que não celebrar o 14 de julho, e a glória do nascimento da república, em memória de nossos antepassados, Chouans, que fizeram abate em nome da liberdade em 1789, e porque a sua única culpa foi amar o Senhor e defender o seu bom Rei Luís XVII.”
"Vídeo baseado no poema Pierre Angles feito em janeiro de 1989, para expressar sua recusa em celebrar o bicentenário da revolução de 1789. Nós também prestamos homenagem às todas vítimas da barbárie revolucionária através deste vídeo. Eles têm todo o direito a nossa veneração!"
O trabalho de Lobotomia continua:
 44 - Nesta foto são Moças travestidas de Marianne, a Figura Alegórica Feminina da República Francesa, inspirada na imagem da Liberdade na obra “A Liberdade Guiando o Povo”, pintada em 1830 por Eugène Delacroix. Elas estão numa manifestação de 2013 em Paris, e ostentam Barretes Frígios (Gorro Frígio). Este Barrete Frígio ou Barrete da Liberdade (de Frigia), fazendo parte integrante da Figura Feminina é a Efígie da República, que personificada como Marianne, encarna os Princípios que fundamentam a República Francesa, e representa a permanência dos Valores da República e dos cidadãos franceses. Marianne é um símbolo da França, a Guardiã das raízes e dos valores nascidos na Revolução Francesa, portanto da Identidade da República Francesa implantada a partir de 1789.

 45 - Não será com Idéias alienígenas às nossas raízes, Fórmulas Mágicas “Salvadoras da Pátria, Ícones, Efígies, Barretes Frígios, Símbolos, Bandeiras, Partidos, Regimes... Inclusive Repúblicas dos outros; que o Brasil reencontrará o seu Destino de Grandeza interrompido por uma traição. Não importa qual seja a bruxaria aplicada. É exatamente este o drama desta Ciranda que tem se perpetuado nestes 124 anos de retrocessos... Conduzindo a nação a um Grande Nada. 
Os militares antes do Golpe 31 março de 1964 (mais um Contra-Golpe aplicado no Golpe de 15 de novembro de 1889), tentaram devolver a Monarquia aos brasileiros - Aos 05:30 do vídeo.
 46 - Os Senhores já se perguntaram o porquê do conceito (termo), “Realizar”. Tornar Real ou Efetivo... Então!... Só não vê quem não quer. Porque ser Monarquista!...
“A Monarquia é um sistema político que produziu, entre outros, a Civilização Egípcia, a Cultura Persa, a Grécia Antiga, o Império Romano (mantido por mais mil anos como Bizâncio), inspirado por Israel do Antigo Testamento, Incas, Chinês, Turco, Japonês, fundada Rússia e França, fertilizando as Artes e as Letras, concebeu os mais belos monumentos em todas as latitudes e longitudes."
Vladimir Volkoff
NOSSO DESTINO DE GRANDEZA FOI INTERROMPIDO POR UMA TRAIÇÃO
 47 - O destino de grandeza do Brasil foi interrompido pela traição do Golpe Militar Republicano sem honra, que rompeu com a liberdade alcançada pela Monarquia Constitucional de um Governo próspero e consolidado, harmônico com a Legítima Identidade Nacional, cujo seu Parlamento nada devia aos das maiores Monarquias e Democracias do seu tempo. Em 1889, a Armada Imperial Brasileira com os navios mais poderosos do hemisfério Ocidental, somada à Marinha Mercante, foi a 2ª marinha da terra. Como farol havia a Soberania do Imperador D. Pedro II; homem que foi eleito numa ocasião, a segunda autoridade do mundo, ficando abaixo apenas da do Papa.
 48 - A trajetória histórica dos USA em nada corrobora para que surja como Nação Monárquica Independente, por nunca terem tido tradições monárquicas como o Brasil, pois são histórias distintas. Portanto lá diferentemente da imposição arbitrária da implantação do Sistema Republicano no Brasil, o Sistema de Governo Republicano é LEGÍTIMO. Em 1889 o Império do Brasil há muito já era uma NAÇÃO MONÁRQUICA PARLAMENTAR CONSTITUCIONAL INDEPENDENTECONSOLIDADA E SOBERANA; a forma arbitrária e ilegal sem uma consulta popular, a partir de um Golpe de Estado, Traição e Lesa Pátria ao Estado Brasileiro, sem honra ou grandeza que a República foi implantada, a torna MORALMENTE ILEGÍTIMA e ILEGAL. 
 49 - OS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA DO NORTE É O ÚNICO PAÍS DO MUNDO QUE SE TORNOU REPÚBLICA DA MANEIRA MAIS CIVILIZADA PARA A ÉPOCA. PORÉM MAIS TARDE MERGULHOU O PAÍS NUMA GUERRA CIVIL, CUJAS PERDAS HUMANAS FORAM SEM PRECEDENTES EM TODA A SUA HISTÓRIA. 
 50 - Dentre todas as Repúblicas do planeta da atualidade, apenas a dos Estados Unidos da América do Norte foi adotada de maneira menos traumática para a época, não se utilizando de Ditaduras, Golpes de Estado, assassinando ou exilando Monarcas, como ocorreu com as outras Repúblicas, inclusive como foi o caso do ilegal Golpe Militar (Golpe de Estado) Republicano Brasileiro, que inaugurou a primeira Ditadura da História do Brasil. Isso explica a grande diferença hoje entre os Estados Unidos da América do Norte e o Brasil; não está simplesmente nos países que os colonizaram. Por isso que os USA são o que são, tal qual representávamos outrora, e esta moralmente ilegal e ilegítima República, fez com que deixássemos de ser. 
Emanuel Nunes Silva - 2013/2014

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(Dite "Mademoiselle de Carignan" ou "Madame de Lamballe"), née à Turin le 8 septembre 1749, et morte lynchée à Paris le 3 septembre 1792, par des "sans-culottes".
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